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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Quanta abobrinha!

Macarrão com Ricota e Abobrinha
foto: Rafael Medina

Essa receita é leve e bem saborosa: macarrão com abobrinha e ricota. É um espaguete (você pode usar outra massa se preferir) num molho de tomates e manjericão e que conta com a participação especial de abobrinhas grelhadas e uma ricota temperada. Um prato leve e cheio de frescor.

Quem quiser pode substituir a abobrinha por berinjela (o sabor vai ficar mais acentuado). Nesse caso, é importante deixar a berinjela no sal por uns minutos para que ela fique mais crocante na hora de ser grelhada (antes de grelhar, lave as fatias de berinjela em água para retirar o excesso de sal).

Gosto de fazer a ricota temperada um dia antes para pegar mais gosto. Se preferir, você pode comprar a ricota já condimentada (é fácil de achar em qualquer supermercado). Não costumo usar queijo parmesão na hora de servir este prato, pois a ricota no molho já é suficiente, mas se você não dispensa um macarrão com parmesão, fique à vontade para usar.

Macarrão com Ricota e Abobrinha

Ingredientes:

2 abobrinhas italianas, pequenas, cortadas em rodelas finas;
4 tomates, sem as cascas e as sementes, bem picados;
2 cebolas pequenas, bem picadas;
4 a 6 dentes de alho, bem picados;
manjericão fresco a gosto;
1 pimenta dedo de moça, sem as sementes, bem picadas (você pode substiuir a pimenta dedo de moça pela pimenta calabresa que também fica ótimo);
200 a 300 g de ricota fresca;
suco de 1 limão;
raspas da casca de 1 limão (só a parte verde, pois a branca dá um gosto amargo ao molho)
1 pitada de açúcar;
1 colher de café de páprica picante;
manjericão seco a gosto;
azeite a gosto;
sal a gosto;
500 g de espaguete.

Modo de fazer:

Passe ligeiramente as abobrinhas pela grelha. É importante que elas fiquem grelhadas mas ainda al dente. Se você não tiver uma grelha, use uma frigideira antiaderente.

Prepare a ricota, misturando nela limão, açúcar, manjericão seco, páprica, sal e azeite a gosto. Deixe tomar gosto por um tempo.

Prepare o molho. Frite em azeite as cebolas, a pimenta e os dentes de alho. Incorpore os tomates ao refogado e cozinhe até que desmanchem, formando um molho (se necessário, acrescente um pouco de água ao molho). Corrija o sal, acrescente as raspas de limão a ricota temperada, as abobrinhas grelhadas e o manjericão fresco e desligue o fogo.

Cozinhe o macarrão em bastante água até que fique al dente. Escorra a massa, coloque um pouco do molho em pratos individuais (esta receita dá para umas quatro porções), distribua o espaguete por cima e regue com mais molho. Decore o prato com folhas de manjericão, acrescente mais um fio de azeite e está pronto!

E como acompanhamento, nada melhor do que Marta Argerich tocando a Sonata em ré menor k 141, de Scarlatti. Uma música alegre, leve e com muito brilho que combina super bem com esse prato.


Todo mundo gosta de acarajé?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Um Bolo no Inverno

Bolo de Ameixas com Passas
foto: Rafael Medina

Taí um bolo que é a cara desse frio que está rolando: Bolo de Ameixas com Passas. É um daqueles bolos bem substanciosos, com uma massa cremosa, contando com os aromas adicionais de canela, cravo e conhaque. Você pode fazer sem medo, vai ser um sucesso!

Bolo de Ameixas com Passas

Ingredientes:
300 g de ameixas secas sem caroço, picadas;
300 g de passas pretas sem caroço;
200 g de manteiga sem sal;
2 xícaras de açucar;
2 xícaras de farinha de trigo;
1 colher de sopa de fermento químico em pó;
4 ovos;
1 cálice de conhaque;
2 xícaras de água;
canela em pó a gosto;
cravos a gosto.

Modo de fazer:

Misture o açúcar, a água e as ameixas e leve ao forno. Deixe ferver até que as ameixas desmanchem, formando um doce. Acrescente a manteiga a esse doce e deixe esfriar. Transfira essa misutura para uma vasilha e adicione os ovos, um a um. Acrescente as passas (que ficaram 30 minutos de molho no cálice de conhaque dissolvido em um pouco de água - o suficiente para ficarem moles), a farinha e o fermento e bata tudo até que fique bem homogêneo. Por fim, adicione a canela e os cravos. Leve ao forno baixo e deixe assar até que fique dourado. Sirva com um bom café, e se quiser, acompanhe com doce de leite cremoso.

E se você quer dar uma eletrizada nessas ameixas, ouça essa canção dos Eletric Prunes, Are You Lovin' Me More (but Enjoy It Less) do disco I Had Too Much to Dream Last Night (1967). Nada como o rock e um bolo de ameixas para fazer seu inverno ficar quentinho!



terça-feira, 2 de junho de 2009

Sururu com Leite de Coco!

Mas essa Rita Ribeiro, hein? Cozinheira de mão cheia!
Valeu Dalton, pela dica!!!


segunda-feira, 1 de junho de 2009

No Café da Parada do Apito

Tomates Verdes Fritos

Tomates Verdes Fritos
fotos: Rafael Medina

Acho que você já deve ter visto o filme Tomates Verdes Fritos, não é? Estou lendo o livro que deu origem ao filme e é muito divertido, além de ser uma leitura super fácil.

Não lembro se o café do filme tinha o nome Parada do Apito (no livro é este o nome), mas é ali que eles faziam os famosos tomates verdes fritos. Parece que este prato é muito típico do Alabama e geralmente é servido como acompanhamento. É muito fácil de fazer, na verdade é um tomate à milanesa, e, para ficar mais típico, você pode usar farinha de milho para empanar. Eu usei a farinha de rosca mesmo e servi os tomates como aperitivo.

Uma outra opção muito boa é, depois de fritos, cobri-los com um pouco de molho de tomates (ou mesmo ketchup), mussarela picada e levá-los rapidamente ao forno para que o queijo derreta. Fica muito gostoso também!

E se você está com dificuldades de achar tomates verdes, vá lá no Prezunic de Botafogo, eles são os reis dos legumes e frutas fora do ponto. Nesse caso, a deficiência desse supermercado se torna uma qualidade para a feitura desse prato.

Tomates Verdes Fritos

Escolha tomates verdes e grandes. Corte-os em fatias e passe-as na farinha de trigo, depois em ovos batidos e finalmente na farinha de rosca ou na de milho. É importante que as fatias sejam bem empanadas para que, na hora de fritá-las, fiquem crocantes. A fritura deve ser feita em bastante óleo quente e, depois de douradas, seque as fatias em papel absorvente, polvilhando-as com sal e pimenta moída na hora. Você pode servir os tomates como acompanhamento para carnes em geral ou, se preferir, como aperitivo. Se quiser, regue os tomates já prontos com algumas gotas de limão ou um fio de azeite e acompanhe-os com uma cerveja bem gelada.

E o livro está despertando em mim uma vontade de conhecer mais a música country americana. E se você quiser sentir um gostinho desse clima rural, ouça essa canção, Cocaine, de Ramblin' Jack Elliot. Ela faz parte do disco Jack Takes the Floor, de 1958. Apesar de a letra ser um pouco pesadinha, a música é linda e emocionante.


terça-feira, 26 de maio de 2009

Se a Vida lhe der um Limão...

Biscoitinhos de Limão com Leite Condensado

Biscoitinhos de Limão com Leite Condensado

Biscoitinhos de Limão com Leite Condensado
foto: Rafael Medina
Sabe aquele biscoito sequinho e amanteigado? Siga os passos da receita aí embaixo que você não vai se arrepender!

Biscoitinhos de Limão com Leite Condensado

Ingredientes:
30 g de fermento biológico fresco;
1/2 xícara de chá de leite morno;
2 ovos;
5 colheres de sopa de margarina derretida;
1/4 de xícara de açúcar;
1/2 colher de chá de sal;
3 e 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo;
1/2 lata de leite condensado;
farinha de trigo para enfarinhar;
margarina para untar;
raspas de casca de limão a gosto.

Ingredientes - recheio:
1/2 xícara de chá de margarina em temperatura ambiente;
raspas de casca de limão a gosto;
3 colheres de sopa de açúcar.

Modo de fazer:
Bata no liquidificador o fermento, o leite, os ovos, a margarina, o açúcar e o sal até obter um creme homogêneo. Transfira para uma tigela e acrescente a farinha, aos poucos, misturando até soltar da lateral da tigela. Coloque em uma superfície lisa e enfarinhada e sove por uns cinco minutos ou até obter uma massa macia e pegajosa. Se for preciso, adicione mais farinha para dar ponto. Forme uma bola com a massa, cubra com um pano e deixe crescer por uma hora. Para o recheio, misture a margarina, as raspas de limão e o açúcar até obter uma pasta. Reserve. Abra a massa com um rolo, formando um retângulo. Espalhe o recheio reservado e enrole como rocambole. Corte em fatias, disponha em uma assadeira untada e enfarinhada e leve ao forno médio por cerca de meia hora, ou até dourar. Retire do forno, regue com o leite condensado e polvilhe com as raspas de limão. Deixe esfriar e sirva com um bom café ou chá.

E pra continuar com a limonada, taí um vídeo com o Simonal cantando a famosa Meu Limão, Meu Limoeiro. Peguei esse vídeo no Original Pinheiros Style, um ótimo blog especializado em black music. Se você curte Simonal, vá lá depois que tem um montão de discos dele para baixar.


quinta-feira, 21 de maio de 2009

E vamos botar água no feijão!

Feijão Caprichado
foto: Rafael Medina

Generosidade, família, infância, alimento, prazer. São essas as palavras que me vêm à cabeça quando penso em feijão. Alimento que, junto com o arroz, tem um lugar importante no imaginário dos brasileiros, o feijão é originário da América do Sul (é usado como comida aqui há pelo menos nove mil anos). Espalhou-se então pelo mundo todo: Europa, Ásia, África, todos têm seus tipos de feijões, muitos deles originários de genomas americanos.

Também não é difícil perceber o porquê de tamanha popularidade. O feijão é super nutritivo (tem vitaminas, proteínas e minerais), é um alimento funcional (ajuda a baixar o colesterol e o açúcar, inibe o aparecimento de cânceres e doenças cardíacas), é barato e delicioso.

Ontem fiz um Feijão Caprichado, nome que escolhi para a receita de feijão que sempre faço aqui em casa.

Pra começar, gosto de utilizar o feijão mulatinho, mas isso é só mesmo questão de gosto, você pode utilizar o feijão que quiser (para essa receita, 500 g de feijão). Depois de deixá-lo de molho em bastante água por cerca de seis a oito horas, levo para a panela de pressão e cozinho até que os grãos fiquem moles.

Sempre acrescento alguma carne ao feijão, como, por exemplo, lombinho defumado, costela de porco salgada, carne seca etc. etc. Nesse dia, eu usei lombinho defumado, paio e bacon, todos picados em tamanhos médios, cerca de 300 g no total. Se for usar alguma carne salgada, lembre-se que você tem que deixá-la de molho por um tempo (esse tempo vai depender da quantidade de sal da carne), trocando a água várias vezes.

Numa panela grande e de fundo grosso, frito no azeite 2 a 3 cebolas médias bem picadas, 3 a 5 dentes de alho bem picados, 3 a 5 folhas de louro, cominho a gosto e 1 pimenta dedo de moça picada e sem as sementes. Deixo a cebola e o alho começarem a dourar e então incorporo as carnes previamente cozidas e picadas. Acrescento o feijão cozido e, se necessário, acrescento mais água. Deixo levantar fervura, abaixo o fogo, corrijo o sal e a pimenta e deixo cozinhar mais um pouco, até que o caldo fique encorpado. Você pode pegar cerca de 1 a 2 xícaras do feijão que foi cozido na panela de pressão e batê-lo no liquidificador. Isso faz com que o caldo fique imediatamente mais grosso, na medida ideal. Caso queira dar uma cor mais viva ao feijão, coloque um pouco de extrato de tomate nele. Às vezes, também tempero o feijão com coentro fresco picado.

Para acompanhar, faça uma farofa da sua preferência. A que eu fiz foi de banana e ovos. É só refogar 1 cebola picada em 1 colher de sopa de manteiga, acrescentar farinha de mandioca e ir fritando até que a farinha comece a ficar mais fina. À parte, faça ovos mexidos em pedaços grandes, temperados com salsa, cebolinha, sal e pimenta do reino moída na hora.

Incorpore esses ovos à farinha frita, desligue o fogo e acrescente banana fatiada a gosto. Corrija o sal e sirva acompanhando o feijão.

Além da farofa, sirva o feijão com couve fatiada e refogada no azeite, arroz branco e uma caipirinha geladíssima. E bom almoço pra você!

E se você ainda quer mais feijão, Chico Buarque está prontinho pra lhe servir:



terça-feira, 19 de maio de 2009

Santo, Santo, Santo!

Pão Recheado

Pão Recheado

Pão Recheado
foto: Rafael Medina

Para mim, e para muitas pessoas, o pão é um alimento sagrado. Representa tanta coisa, em tantos níveis, e está tão presente nos hábitos da humanidade que é como se o tivéssemos em nosso DNA.

Estima-se que ele remonta há 12000 anos e teria surgido na Mesopotâmia, junto com o cultivo do trigo. O primeiro pão assado (antes o pão era uma massa dura e seca, assada em pedras ou cinzas) surgiu no Egito, há 7000 anos atrás (foram os epípcios que também descobriram o fermento). Chegou à Europa por volta de 250 a. C. Já conhecido de nossos colonizadores, o pão sempre esteve presente no Brasil, mas sua popularidade por aqui se deu no século XIX.

Adoro fazer pão em casa. Acho que a massa fica bem diferente dos pães feitos em padarias e é uma experiência fascinante descobrir as infinitas texturas que o pão pode ter.

Esses da foto são bem leves e o segredo para se obter essa textura é sovar a massa até o ponto em que ela ficar bem elástica.

Os recheios podem ser variadíssimos e aí a sua imaginação e gosto podem brincar à vontade. Nestes, eu usei dois recheios, um de espinafre e mussarela e outro de manjericão, tomate e queijo minas. Os dois ficaram muito bons!

Pão Recheado

Ingredientes - massa:
3 ovos;
1/4 de pacote de manteiga (cerca de 50g);
1/2 xícara de chá de leite morno;
1/2 xícara de chá de água morna;
5 colheres de sopa de azeite;
15g de fermento biológico fresco;
1 colher de sopa de sal;
2 colheres de sopa de açúcar;
500g de farinha de trigo;
2 gemas para pincelar;
3 colheres de sopa de água para pincelar;
farinha de trigo para enfarinhar;
margarina para untar;

Ingredientes - recheio de espinafre e mussarela:
600 g de mussarela cortada em quadradinhos;
100g de queijo parmesão ralado;
1 maço grande de espinafre (só as folhas)
1 cebola média picada;
2 dentes de alho picados;
salsa e cebolinha verde picadas a gosto;
sal e pimenta a gosto;
azeite a gosto.

Ingredientes - recheio de tomate, manjericão e queijo minas:
500 g de queijo minas fresco ( e que seja de boa qualidade e não aqueles queijos sem gosto que se veem por aí);
1 maço grande de manjericão (só as folhas);
manjericão seco a gosto;
azeite a gosto;
6 tomates bem vermelhos, sem as cascas e as sementes, picados;
sal e pimenta a gosto.

Modo de fazer - massa:
Bata no liquidificador os ingredientes da massa, menos a farinha de trigo. Despeje em um recipiente, adicione a farinha aos poucos, e misture até ficar homogêneo. Coloque em uma superfície lisa e enfarinhada e sove por cerca de 10 minutos ou até ficar macia e elástica. Deixe descansar por 30 minutos. Divida a massa em quatro, abrindo-a com o auxílio de um rolo, formando um retângulo (ao abrir a massa, quanto mais ela ficar fina, melhor). Espalhe o recheio por cima e enrole como um rocambole. Proceda da mesma forma com as outras três porções restantes de massa. Disponha os quatro pães em duas formas untadas e enfarinhadas e, se quiser, faça cortes na diagonal, perfurando até a primeira camada de recheio aparecer. Pincele com as gemas, misturadas com a água e leve ao forno médio até que fique dourado.

Modo de fazer - recheio de espinafre e mussarela.
Refogue a cebola e alho numa frigideira de fundo grosso com um pouco de azeite. Incorpore o espinafre, a salsa e a cebolinha e frite-os até que comecem a murchar um pouco. Desligue o fogo, tempere com sal e pimenta e regue com mais um fio de azeite. Deixe esfriar, transfira esse refogado para uma tijela, acrescentando a mussarela e o parmesão. Mexa bem, corrija o sal se necessário e empregue.

Modo de fazer - recheio de tomate, manjericão e queijo minas:
Numa tijela, amasse o queijo e adicione a ele os tomates, o manjericão fresco e o seco, azeite a gosto, tempere com sal e pimenta e está pronto. Se necessário, adicione uma pitada de açúcar.

E quer um fundo musical? Adoro essa música, Holly Thursday, do David Axelrod. Aliás, o disco todo onde ela está, Songs of Innocence, é maravilhoso. Um clima místico, etéreo e absolutamente funky é o tempero que falta para esse pão ser um sucesso!






sexta-feira, 15 de maio de 2009

Olha a Torta de Camarão aê, gente!

Experimenta fazer e depois me diz se é bom, ok? Valeu, Dalton, pela dica!


quarta-feira, 29 de abril de 2009

Ao Ar Livre

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fotos: Rafael Medina


Almoço ao ar livre aqui em casa. Quer coisa mais deliciosa que encontrar os amigos e se divertir com eles? E quando esse encontro é em volta de uma mesa, aí o momento fica mágico! Boa comida, boa bebida numa tarde linda de sol... Viva a vida!

E algumas observações sobre o prato. Em vez de temperar o frango com sal e pimenta, você pode utilizar um pacote de sopa instantânea de cebola na hora de refogá-lo no azeite. Às vezes, costumo temperá-lo também com alecrim. O sabor fica super bom.

O arroz maluco é como se fosse um mexido: leva ovos fritos, bacon ou linguiça calabresa, batata palha, ervilhas ou milho verde (se quiser, use os dois) e temperos ao seu gosto. Nesse dia, eu dei uma variada na receita: acrescentei espinafre refogado no azeite e não utilizei nem bacon nem calabresa, para ficar um prato mais leve. Se você quiser seguir essa variação, garanto que não vai se arrepender!






Frango na Cerveja com Arroz Maluco

Ingredientes - Frango na Cerveja:
1 kg de frango em pedaços (você pode usar apenas coxas e sobrecoxas);
4 cebolas grandes bem picadas;
azeite a gosto;
cerveja suficiente para cobrir os pedaços de frango (cerc a de 1 litro);
sal e pimenta a gosto, ou um pacote de sopa instantânea de cebola (se optar pela sopa, não é necessário utilizar as 4 cebolas picadas);

Ingredientes - Arroz Maluco
2 xícaras de arroz;
4 xícaras de água fervente;
1 cebola bem picada;
1 xícara de ervilhas congeladas;
salsa e cebolinha picadas a gosto;
1 maço de espinafre (só as folhas);
4 ovos;
2 xícaras de batata palha;
sal e pimenta a gosto;
azeite a gosto.

Modo de fazer - Frango na Cerveja:
Frite as cebolas no azeite até que elas fiquem douradas. Acrescente o frango e deixe pegar cor (se necessário, acrescente um pouco de água para que ele não grude). Se optar pela sopa de cebola, refogue o frango junto com ela até que os pedaços fiquem dourados. Junte a cerveja, cobrindo todos os pedaços do frango e deixe ferver até que reduza (o molho deste frango fica bem espesso, com um sabor concentrado). Sirva com o arroz maluco ou, se preferir, arroz branco.

Modo de fazer - Arroz Maluco
Refogue a cebola e o arroz no azeite, fritando bem. Acrescente a água fervente, o sal e a pimenta e deixe cozinhar até que o arroz fique al dente. Incorpore as ervilhas ao arroz (o calor dele vai fazer com elas descongelem). À parte, bata os ovos, temperando com sal e pimenta e frite-os, fazendo ovos mexidos em pedaços relativamente grandes. Refogue também à parte o espinafre no azeite, tomando o cuidado para que não fiquem muito murchos. Numa outra panela, misture o arroz com ervilhas, o espinafre, os ovos mexidos, a salsa e a cebolinha. Corrija o sal e regue com um fio de azeite. Desligue o fogo, acrescente a batata palha e sirva imediatamente (é importante acresentar a batata só no final para que ela não fique murcha). Sirva com um bom vinho tinto ou, se preferir, faça como a gente, que acompanhou esse prato com mojitos bem gelados .




A trilha sonora? Ah, foram muitas músicas boas, inclusive o set do Jamiroquai, Late Night Tales, que é ótimo. Pra você sentir um gostinho, ouça a primeira música, Happiness, com as Pointer Sisters.


segunda-feira, 20 de abril de 2009

Batata, a essa hora?

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foto: Rafael Medina

"papa

e no patata,
no naciste castellana:
eres oscura
como
nuestra piel,
somos americanos,
papa,
somos indios." (Pablo Neruda, Ode à Batata)

Alimento que agrada a todos, a batata começou a ser utilizada pelo homem cerca de 7000 anos atrás, no Peru. Desde então, incorporou-se ao nosso cardápio de uma forma definitiva: são milhares de pratos que se pode fazer com ela, em infinitas combinações.

Esse da foto, Barquinhos de Batata e Ricota é um daqueles saborosos e saudáveis e pode funcionar como um jantar leve (com salada verde) ou como acompanhamento para carnes. Se quiser, substitua a ricota por queijo gorgonzola. O sabor vai ficar mais pronunciado e a batata vai complementá-lo divinamente. Você também pode regar os barquinhos com um molho de tomates.

Barquinhos de Batata e Ricota
Ingredientes:
4 batatas médias;
300 g de ricota;
iogurte natural desnatado suficiente para dar uma consistência cremosa à ricota;
3 colheres bem cheias de queijo parmesão ralado na hora;
oréganos a gosto;
um fio de azeite;
sal e pimenta do reino moída na hora a gosto.

Modo de Fazer:
Corte as batatas ao comprido em duas metades (com a casca e tudo). Coloque todas as metades com as cascas viradas para baixo num tabuleiro untado com azeite e leve-as para assar. Depois de cozidas, retire um pouco a polpa das batatas, formando barquinhos. Misture essa polpa com a ricota, o iogurte, o queijo parmesão, o orégano, azeite, sal e pimenta até conseguir um purê cremoso. Encha os barquinhos com este purê e leve ao forno até gratinar.

E quer mais batatas? Então veja esse vídeo aí com a Dee Dee Sharp cantando Mashed Potato Time. Pra quem não sabe, mashed potato é o nome de uma dança que rolava nos anos 60. Dee Dee Sharp arrasa nesse vídeo mas, pra mim, quem rouba o show são as duas meninas dançando atrás dela.


quarta-feira, 15 de abril de 2009

Ai, como era gostoso o meu francês!

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FOTO:Rafael Medina

Prato
francês que eu adoro! Além de ser super saudável, a ratatouille é bem versátil. Você pode servi-la como prato principal, como acompanhamento de carnes e assados ou mesmo como aperitivos, com torradas ou pães.

Esse prato é de origem camponesa, da região da Provence (sul da França) e nada mais é do que um refogado aromático de legumes, bem rústico e saboroso. Como todo prato típico, cada francês tem a sua receita, mas a base é sempre a mesma: berinjelas, abobrinhas, pimentões, cebola, alho, tomates e as famosas herbes de Provence, um mix de ervas daquela região (aqui no Brasil elas são conhecidas como ervas finas e é um composto de alecrim, tomilho, estragão, salsa, cebolinha, dentre outras ervas). Alguns fazem a ratatouille com vinho branco, outros a acompanham com queijo de cabra, uvas passas ou alho confit. Vou dar aqui a minha receita que aprendi com essa amiga francesa, que é de Marseille, cidade do sul da França.

Ratatouille

Ingredientes:
4 tomates grosseiramente picados;
2 cebolas roxas em fatias (na foto aí de cima, usei cebola branca mesmo, mas é preferível a cebola roxa, pois dá mais um colorido ao prato);
1 pimentão vermelho em fatias, sem as cascas e as sementes;
1 pimentão amarelo em fatias, sem as cascas e as sementes;
1 pimentão verde em fatias, sem as cascas e as sementes;
100 a 200 g de azeitonas verdes em lascas;
5 a 7 dentes de alho fatiados;
2 abobrinhas grosseiramente picadas;
2 berinjelas gorsseiramente picadas;
herbes de Provence (ou ervas finas) a gosto (se preferir, você pode utilizar as ervas frescas);
azeite a gosto;
sal e pimenta a gosto;
uvas passas brancas a gosto (opcional);
salsa e cebolinha verde picadas a gosto.

Modo de fazer:
Numa panela de fundo grosso, vá fritando os legumes no azeite, um de cada vez, deixando-os al dente. Faça um refogado com a cebola, o tomate e o alho nessa mesma panela e acrescente todos os legumes. Tempere com sal, pimenta, salsa e cebolinha, além das ervas finas. Acrescente as uvas passas, regue com um pouco mais de azeite e está pronto. Sirva com um vinho branco gelado ou um tinto leve.

E este vídeo aí é uma homenagem ao querido Clô, o nosso rei do alfinete! Aqui, ele canta em francês (a canção Ma Mélo Melodie) num daqueles clipes do Fantástico dos anos 70 que arrasavam! Chante chante la vie!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Três Vezes Mamão

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FOTOS: Rafel Medina

Sobremesa que me lembra a infância, o doce de mamão verde é delicioso, além de super chique. Para fazê-lo você vai precisar de mamões verdes (o quanto você quiser, mas lembre que este doce rende muito, se for para duas pessoas, um mamão basta - o tipo de mamãoque eu recomendo para esse doce é o Havaí, que é maior).

Primeiro, faça cortes superficiais em toda a casca do mamão para tirar o seu leite, que é amargo. Deixe o leite sair por umas duas horas. Então parta-o ao meio e retire as sementes. Rale então o mamão na parte grossa do ralador e deixe-o de molho em água abundante por 24 horas, trocando a água por várias vezes (toda vez que você for trocar a água, dê também uma lavada no mamão ralado). Esse procedimento é para tirar todo o amargo do mamão verde.

Meça o mamão ralado em xícaras. A quantidade de açúcar é a mesma quantidade de xícaras de mamão ralado que você tiver (duas xícaras de mamão, duas xícaras de açúcar, e assim por diante).

Coloque o açúcar numa panela e adicione duas xícaras de água. Leve ao fogo e deixe ferver, até formar uma calda rala. Coloque o mamão ralado nesta calda, acrescente cravos da Índia ao seu gosto e deixe ferver até cozinhar (vá provando o mamão até perceber que está cozido). Em relação à calda, se necessário (dependendo da quantidade de mamão), vá acrescentando mais água o suficiente para que o doce não fique seco (alguns preferem o doce com mais calda, outros, mais seco, e isso que vai determinar - além da quantidade do mamão - o quanto de água você vai acrescentar).

Para fazer o doce de mamão laminado, descasque o mamão, parta-o ao meio e tire as sementes. Vá cortando ao comprido fatias bem finas do mamão e enrole-as, formando rolinhos. Para facilitar, você pode fazer as lâminas de mamão com o descascador de legumes.

Deixe esses rolinhos de molho em água abundante também por 24 horas, trocando a água com frequência (toda vez que for trocar a água, lave os rolinhos).

Disponha esses rolinhos, em pé ou deitados, numa panela que os comporte. Ferva água o suficiente para cobri-los, joque esta água fervente por cima deles e ferva em fogo alto por cerca de quatro minutos. Escorra a água e reserve os rolinhos de mamão.

Faça uma calda rala com açúcar (use a mesma lógica do doce de mamão ralado: tantas xícaras de lâminas de mamão, a mesma quantidade de xícaras de açúcar). Coloque os rolinhos nesta calda, acrescente alguns cravos da Índia e ferva-os até que cozinhem (provavelmente vai ser necessário adicionar mais água, pois o doce de mamão laminado é em calda, assim, a quantidade de água tem que ser suficiente para que os rolinhos fiquem em calda).

Guarde o doce em recipientes na geladeira e sirva-o com queijo minas ou mesmo puro.

Se quiser, adicione coco fresco ralado ao final do cozimento do doce de mamão ralado. Se utilizar o coco desidratado, acrescente-o ainda no final do cozimento do mamão para que ele vá hidratando e se incorpore ao doce.

As fotos aí de cima mostram os três tipos de doce: o ralado, o ralado com coco e o laminado.

E para continuar essa orgia de mamão, vai aí uma música ótima: Papaya, com a Urszula Dudziak cantando. Essa música, meio disco, meio jazz, fez parte da trilha da primeira versão da novela Anjo Mau e agradeço ao meu amigo Dalton por essa dica. Aproveite porque ela é incrível!


quarta-feira, 8 de abril de 2009

Semana Santa Diferente

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FOTO: Rafael Medina

Semana Santa é época de peixe, não é verdade? E se você quiser substituir o clássico bacalhau por algo mais diferente, siga esta receita, Peixe com Nirá, Pimentões Refogados e Salada, que você não vai se arrepender.

O nirá é o nome dado para as hastes da cebolinha japonesa e é de onde sai as flores desta erva (o nirá é colhido antes de as flores desabrocharem). Muita gente no Oriente usava o nirá para proteção espiritual e seu uso na cozinha daquela região é bem difundido (principalmente no Japão).

Chamo atenção também para as sementes de coentro utilizadas nos pimentões refogados. Para quem não conhece, esse tempero é ótimo e bem diferente das folhas do coentro: tem um paladar cítrico que combina bem com o doce dos pimentões.

A salada que acompanha o prato é bem simples também: pepinos, alface americana e radicchio. Eu adoro radicchio, mas quem não curte muito verduras amargas, use outro tipo de alface (crespa, lisa etc.) que o resultado ficará bom também.

Peixe com Nirá, Pimentões Refogados e Salada

Ingredientes:
4 postas de cação (ou outro peixe carnudo, como o salmão, o namorado ou o badejo);
nirá a gosto picado (deixe algumas hastes para decorar o prato);
1 pimenta dedo de moça bem picada, sem as sementes;
suco de meio limão;
sal e pimenta do reino moída na hora a gosto;
cebolinha verde picada a gosto;
1 colher de sobremesa de molho de peixe (você compra esse molho em casas de produtos orientais);
3 pimentões, um verde, um vermelho e um amarelo, grandes e fatiados, sem as sementes;
sementes de coentro a gosto;
1 tablete de caldo concentrado de legumes;
folhas de alface americana;
folhas de radicchio;
1 pepino médio em rodelas;
vinagre balsâmico a gosto;
azeite a gosto.

Modo de Fazer:
Tempere o peixe com sal, pimenta, molho de peixe, limão, nirá e cebolinha. Deixe tomar gosto por um tempo, depois asse-o num tabuleiro untado com azeite e coberto de papel alumínio. Na metade do cozimento, decore o peixe com o nirá reservado e cubra novamente com o papel alumínio, levando ao forno. Estará pronto quando a carne estiver cozida, porém ainda úmida.

Refogue os pimentões no azeite com as sementes de coentro, dissolvendo junto o tablete de caldo de legumes. Deixe que fritem até ficarem doces ao seu gosto(quanto mais cozido o pimentão, mais doce ele fica). Corrija com sal e pimenta e retire os pimentões com uma escumadeira, deixando na panela o azeite em que foram fritos.

Misture o pepino e as folhas de radicchio e alface numa tigela, tempere com sal, pimenta, azeite e vinagre balsâmico. Deixe tomar gosto por um tempo.

Em pratos individuais (essa receita dá quatro porções), disponha o peixe, os pimentões refogados e a salada. Pincele o peixe com o azeite que ficou na panela dos pimentões e sirva com um bom vinho branco bem gelado!

E se você não conhece, taí um vídeo do Michelangeli tocando Reflets dans l'eau. Essa peça, da série Images, de Debussy, tenta passar a imagem de um de um raio de sol batendo na água, que ora se agita, ora se acalma. Uma boa música para acompanhar um peixe, você não acha?


segunda-feira, 6 de abril de 2009

Berinjelas Mil no Coração do Brasil

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FOTO: Rafael Medina

Esse
prato eu fiz há algum tempo: Talharim com Molho de Berinjelas. É uma receita clássica, de origem italiana. Gosto de fazer um molho bem cozido, com as berinjelas desmanchando, o que faz com que seu sabor seja suavizado, agradando até mesmo quem não é muito fã desse ingrediente. Outra coisa que dá um toque a mais a esse prato é o uso de berinjelas fritas no azeite: o visual fica ótimo e o sabor, delicioso.

Se você quiser incrementar mais um pouquinho, use bacon frito em cubos, fica um pouco mais gorduroso mas o sabor é incrível e combina muito bem com esse molho.

Talharim com Molho de Berinjelas

Ingredientes:
4 berinjelas médias, cortadas em cubos;
8 tomates médios, bem maduros, sem as sementes e as cascas, picados (se puder use os italianos);
2 cebolas grandes, picadas;
5 dentes de alho bem picados;
1 pimentão verde picado;
salsa e cebolinha verde picadas;
sal e pimenta do reino moída na hora, a gosto;
azeite a gosto;
1 colher de sobremesa rasa de páprica picante (opcional).
500 g de talharim fresco;
queijo parmesão ralado na hora a gosto.

Modo de Fazer:
Frite a cebola, o alho e o pimentão no azeite por uns minutos. Coloque os tomates e três das quatro berinjelas picadas. Tempere com sal, pimenta e páprica. Vá adicionando água aos poucos, o suficiente para desmanchar totalmente as berinjelas e os tomates. O molho deve ficar com uma consistência pastosa. Ao final, acrescente a salsa e cebolinha e desligue o fogo.

À parte, frite a quarta berinjela em cubos num pouco de azeite, até que dourem. Retire-as com uma escumadeira, secando-as em papel absorvente.

Cozinhe o talharim em água abundante e fervente até que fique al dente.

Em pratos individuais (essa receita rende mais ou menos quatro porções), coloque um pouco do molho, acrescente o talharim e mais molho por cima. Decore com os cubos fritos de berinjela e com a salsa e polvilhe com queijo ralado. Sirva com um bom vinho tinto ou mesmo um branco bem gelado.

E quer entrar definitivamente no clima italiano? Ouça essa gravação, Her Cab que, apesar de seu nome em inglês, tem uma atmosfera de cançoneta italiana, só que bem jazzística. Quem está na clarineta é Gianluigi Trovesi e no acordeão, Gianni Coscia. E os dois arrasam!


terça-feira, 31 de março de 2009

Ahhhhh.. Tia Nastácia ahhhh.. D. Ivone Lara...

Duas figuras que definitivamente moram no fundo do meu coração e, acredito, no de uma boa galera também!!! Tia Nastácia, nossa Mummy "afrotupinikimbrasileira", vivida pela sofrida Jacira Sampaio que morreu na pior e D. Ivone Lara, uma das maiores sambistas do mundo!!! Imagina a fusão? Se não consegue, dê um "supermolhada" (Ha ha ha!!!) nessa "opereta brasileira", produzida na Rede Globo em 1982 e inspirada totalmente no Sítio do Pica Pau Amarelo do delicioso Monteiro Lobato, lançado em 1920... Ah! Os Anos Loucos ... mas isso é outra história ... Prometo!!!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Deixa eu te ver, Peixe!

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foto: Rafael Medina

Ótima para um lanche, um jantar leve ou mesmo para um café da manhã reforçado, essa torta tem os ingredientes necessários para agradar a todos os paladares: uma massa leve com queijo e um delicioso recheio de atum, tomates e azeitonas (para quem não curte peixe, esse ingrediente pode ser substituído por presunto, carne ou frango). Siga a receita abaixo e arrase!

Torta de Atum

Ingredientes - massa:
2 0v0s;
2 xícaras de leite;
1 xícara de óleo vegetal;
1 xícara de queijo parmesão ralado na hora;
1 xícara de amido de milho;
1 xícara de farinha de trigo;
1 colher de chá de sal;
1 colher de sopa de fermento em pó.

Ingredientes - recheio:
2 latas de atum em conserva;
1 pimentão verde picado, sem as sementes e as cascas;
2 cebolas grandes picadas;
5 dentes de alho picados;
200 g de azeitonas pretas em lascas;
1 pimenta dedo de moça picada, sem as sementes;
salsa e cebolinha verde picadas a gosto;
6 tomates grandes, bem maduros e picados, sem as cascas e as sementes;
óregano seco a gosto;
queijo parmesão ralado na hora a gosto;
sal e pimenta do reino moída na hora a gosto;
azeite a gosto.

Modo de fazer:
Bata todos os ingredientes da massa no liquidificador. A consistência da massa é cremosa, meio líquida.

Faça o recheio. Refogue o pimentão, a pimenta, a cebola e o alho em um pouco de azeite e frite até que estejam bem cozidos. Acrescente os tomates e as azeitonas e deixe cozinhar até que os tomates fiquem bem incorporados ao molho. Coloque o atum em conserva (sem o óleo no qual ele geralmente vem envolvido), tempere com o sal e a pimenta, adicione a salsa e a cebolinha e desligue o fogo. Deixe esse refogado esfriar completamente.

Num tabuleiro untado e enfarinhado, distribua a massa e, por cima o refogado de atum. Como a massa é meio líquida, o recheio vai afundar, se incorporando à massa. Cubra com queijo parmesão e óregano, regue com um fio de azeite e leve ao forno até que a massa fique cozida e o queijo, gratinado.

Você pode também adicionar outros ingredientes ao recheio, tais como ervilhas, palmito etc. Pode também decorar a torta com fatias de ovos cozidos, azeitonas e pimentões.

Se servir esse prato no lanche ou café da manhã, corte-o em quadrados pequenos e sirva-o com sua bebida preferida.

Se for um jantar, sirva a torta em pratos individuais, com salada verde e um bom vinho branco bem gelado.

Como fundo musical, Ode to the Big Sea, música da Cinematic Orchestra, grupo que eu adoro e que, aqui, presta uma homenagem à origem de toda vida, o mar.